Godoy Moreira – município realiza reunião com o INSS

Aconteceu nesta quinta-feira uma importante reunião na casa da cultura com o INSS de Ivaiporã representada pela a servidora Selma Scherpinski, esteve presente o prefeito José Gonçalves, assistentes sociais representadas pela Glaucia Lima e demais servidores municipais e população em geral.

A população brasileira precisa de informação para fazer uso dos seus direitos. Para tanto, o Serviço Social no INSS desempenha esse papel, esclarecendo aos usuários os seus direitos previdenciários e sociais e os meios de exercê-los, de forma individual e coletiva, estabelecendo com os cidadãos a solução dos seus problemas na relação com a Previdência Social.

O prefeito José Gonçalves parabenizou o trabalho desenvolvido pela assistência social do município, agradeceu a Selma por ter aceito o convite de vir tirar diversas dúvidas da população.

Da Assessoria

Festa da Uva promete reunir milhares de pessoas em Rosário do Ivaí

Festa da Uva promete reunir milhares de pessoas em Rosário do Ivaí

Agregando a divulgação da produção de uva e unindo o lazer da comunidade, a Prefeitura Municipal de Rosário do Ivaí, buscou parcerias neste ano de 2017, para a realização da XVII Festa da Uva. O evento será realizado nos dias 21, 22 e 23 de dezembro de 2017. “Os municípios estão passando por dificuldades financeiras, mas não podemos deixar momentos importantes de lazer passar em branco.

A festa da uva, além de ser um evento tradicional, divulga o nosso município, por isso, buscamos apoio para desenvolver o evento e não gerar despesas para a administração” frisou o Prefeito Ilton Kuroda. O ponto principal é valorizar os comerciantes do município, haja vista que todas as barracas de exposição, venda de bebidas e outros produtos que estarão integrando a praça de alimentação, serão da cidade.

PROGRAMAÇÃO – Na quinta-feira (21) abertura da festa com a escolha da Melhor Uva e a eleição da Rainha da Festa, finalizando o primeiro dia com o show da Banda Herança. Na sexta-feira (22) show nacional com Allana Macedo do hit “Censura” com mais de 1 milhão e meio de visualizações no youtube em menos de 1 mês. E para encerramento da festa no sábado (23) o show fica por conta de Emerson Henrique do sucesso “Rei da Mulherada”. A estrutura será montada na praça central e toda a região está convidada para participar.

Da Assessoria

IBGE: 50 milhões de brasileiros vivem na linha de pobreza

Agência Brasil

Cerca de 50 milhões de brasileiros, o equivalente a 25,4% da população, vivem na linha de pobreza e têm renda familiar equivalente a R$ 387,07 – ou US$ 5,5 por dia, valor adotado pelo Banco Mundial para definir se uma pessoa é pobre.

Os dados foram divulgados hoje (15), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 – SIS 2017. Ela indica, ainda, que o maior índice de pobreza se dá na Região Nordeste do país, onde 43,5% da população se enquadram nessa situação e, a menor, no Sul: 12,3%.

A situação é ainda mais grave se levadas em conta as estatísticas do IBGE envolvendo crianças de 0 a 14 anos de idade. No país, 42% das crianças nesta faixa etária se enquadram nestas condições e sobrevivem com apenas US$ 5,5 por dia.

A pesquisa de indicadores sociais revela uma realidade: o Brasil é um país profundamente desigual e a desigualdade gritante se dá em todos os níveis.

Seja por diferentes regiões do país, por gênero – as mulheres ganham, em geral, bem menos que os homens mesmo exercendo as mesmas funções -, por raça e cor: os trabalhadores pretos ou pardos respondem pelo maior número de desempregados, têm menor escolaridade, ganham menos, moram mal e começam a trabalhar bem mais cedo exatamente por ter menor nível de escolaridade.

Um país onde a renda per capita dos 20% que ganham mais, cerca de R$ 4,5 mil, chega a ser mais de 18 vezes que o rendimento médio dos que ganham menos e com menores rendimentos por pessoa – cerca de R$ 243.

No Brasil, em 2016, a renda total apropriada pelos 10% com mais rendimentos (R$ 6,551 mil) era 3,4 vezes maior que o total de renda apropriado pelos 40% (R$ 401) com menos rendimentos, embora a relação variasse dependendo do estado.

Entre as pessoas com os 10% menores rendimentos do país, a parcela da população de pretos ou pardos chega a 78,5%, contra 20,8% de brancos. No outro extremo, dos 10% com maiores rendimentos, pretos ou pardos respondiam por apenas 24,8%.

A maior diferença estava no Sudeste, onde os pretos ou pardos representavam 46,4% da população com rendimentos, mas sua participação entre os 10% com mais rendimentos era de 16,4%, uma diferença de 30 pontos percentuais.

Desigualdade acentuada

No que diz respeito à distribuição de renda no país, a Síntese dos Indicadores Sociais 2017 comprovou, mais uma vez, que o Brasil continua um país de alta desigualdade de renda, inclusive, quando comparado a outras nações da América Latina, região onde a desigualdade é mais acentuada.

Segundo o estudo, em 2017 as taxas de desocupação da população preta ou parda foram superiores às da população branca em todos os níveis de instrução. Na categoria ensino fundamental completo ou médio incompleto, por exemplo, a taxa de desocupação dos trabalhadores pretos ou pardos era de 18,1%, bem superior que o percentual dos brancos: 12,1%.

“A distribuição dos rendimentos médios por atividade mostra a heterogeneidade estrutural da economia brasileira. Embora tenha apresentado o segundo maior crescimento em termos reais nos cinco anos disponíveis (10,9%), os serviços domésticos registraram os rendimentos médios mais baixos em toda a série. Já a Administração Pública acusou o maior crescimento (14,1%) e os rendimentos médios mais elevados”, diz o IBGE.

O peso da escolaridade

Os dados do estudo indicam que, quanto menos escolaridade, mais cedo o jovem ingressa no mercado de trabalho. A pesquisa revela que 39,6% dos trabalhadores ingressaram no mercado de trabalho com até 14 anos.

Para os analistas, “a idade em que o trabalhador começou a trabalhar é um fator que está fortemente relacionado às características de sua inserção no mercado de trabalho, pois influencia tanto na sua trajetória educacional – já que a entrada precoce no mercado pode inibir a sua formação escolar – quanto na obtenção de rendimentos mais elevados”.

Ao mesmo tempo em que revela que 39,6% dos trabalhadores ingressaram no mercado com até 14 anos, o levantamento indica também que este percentual cresce para o grupo de trabalhadores que tinha somente até o ensino fundamental incompleto, chegando a atingir 62,1% do total, enquanto que, para os que têm nível superior completo, o percentual despenca para 19,6%.

Ainda sobre o trabalho precoce, o IBGE constata que, em 2016, a maior parte dos trabalhadores brasileiros (60,4%) começou a trabalhar com 15 anos ou mais de idade. Entre os trabalhadores com 60 anos ou mais houve elevada concentração entre aqueles que começaram a trabalhar com até 14 anos de idade (59%).

A análise por grupos de idade mostra a existência de uma transição em relação à idade que começou a trabalhar, com os trabalhadores mais velhos se inserindo mais cedo no mercado de trabalho, o que pode ser notado porque 17,5% dos trabalhadores com 60 anos ou mais de idade começaram a trabalhar com até nove anos de idade, proporção que foi de 2,9% entre os jovens de 16 a 29 anos.

O IBGE destaca que os trabalhadores de cor preta ou parda também se inserem mais cedo no mercado de trabalho, quando comparados com os brancos, “característica que ajuda a explicar sua maior participação em trabalhos informais”.

Já entre as mulheres foi maior a participação das que começaram a trabalhar com 15 anos ou mais de idade (67,5%) quando comparadas com a dos homens (55%). Para os técnicos do instituto, esta inserção mais tardia das mulheres no mercado de trabalho pode estar relacionada “tanto ao fato de elas terem maior escolaridade que os homens, quanto à maternidade e os encargos com os cuidados e afazeres domésticos”.

Cresce percentual dos que não trabalham nem estudam

O percentual de jovens que não trabalham nem estudam aumentou 3,1 pontos percentuais entre 2014 e 2016, passando de 22,7% para 25,8%. Dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 indicam que, no período, cresceu o percentual de jovens que só estudavam, mas diminuiu o de jovens que estudavam e estavam ocupados e também o de jovens que só estavam ocupados.

O fenômeno ocorreu em todas as regiões do Brasil. No Norte, o percentual de jovens nessa situação passou de 25,3% para 28,0%. No Nordeste, de 27,7% para 32,2%. No Sudeste, de 20,8% para 24,0%. No Sul, de 17,0% para 18,7% e no Centro-Oeste, de 19,8% para 22,2%.

Ele atingiu, sobretudo, os jovens com menor nível de instrução, os pretos ou pardos e as mulheres e com maior incidência entre jovens cujo nível de instrução mais elevado alcançado era o fundamental incompleto ou equivalente, que respondia por 38,3% do total.

Fonte Agência Brasil

Base nacional curricular para educação básica é aprovada pelo CNE

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou hoje (15) o texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que irá orientar os currículos da educação básica e estabelecerá conhecimentos, competências e habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da educação infantil e do ensino fundamental. O texto foi aprovado por 20 votos favoráveis e três contrários e os conselheiros debatem agora os detalhes do texto final.

A BNCC estava em discussão no CNE desde abril, quando foi enviada pelo Ministério da Educação, e passou por diversas modificações desde então, após o recebimento de propostas e a realização de audiências públicas. O documento foi alvo de diversos questionamentos e polêmicas, e um grupo de entidades chegou a pedir a suspensão da sua votação na semana passada.

Aprofundamento

Na sessão de hoje, as três conselheiras que pediram vista conjunta do processo de votação na semana passada criticaram a pressa com que o texto está sendo votado e o pouco tempo para análise do mesmo, além do processo de debate com a sociedade e a exclusão do ensino médio da base curricular. Elas defenderam um aprofundamento das discussões e a melhoria do documento.

“Compete a esse órgão de Estado tratar adequadamente as políticas públicas do país sem açodamento. Infelizmente, a opção do CNE foi pela celeridade em detrimento da discussão aprofundada, como requer a matéria, e isso ficará registrado como uma afronta a esse órgão, sobretudo se o entendermos como um órgão de Estado e não de governo”, destacou a conselheira Aurina de Oliveira Santana.

Um dos relatores da proposta, o conselheiro Joaquim José Soares Nato, destacou que todas as contribuições colhidas nas audiências públicas foram cuidadosamente analisadas e muitas propostas foram incorporadas ao documento.

Referências

Uma das mudanças apresentadas hoje foi o destaque para um artigo que esclarece qual a função da BNCC, determinando que as escolas deverão organizar seus currículos “de acordo com a legislação e normas educacionais, bem como com suas concepções pedagógicas, agregando ou expandindo os objetivos de aprendizagem da BNCC, incluindo outros objetivos que contemplem as diferenças regionais e as necessidades específicas das comunidades atendidas”.

“Isso é essencial para a compreensão de que base não é currículo, é um conjunto de referenciais sobre o qual os processos crítico e criativo das escolas haverá de elaborar sua proposta curricular”, explicou o conselheiro César Callegari.

A base deverá ser implementada pelas escolas brasileiras até o início do ano letivo de 2020 e será revisada a cada cinco anos. Segundo o documento, as escolas podem ampliar os conteúdos e outros que não estejam estabelecidos na BNCC, respeitando a diversidade social e regional de cada localidade. Depois da sua aprovação no Conselho Nacional de Educação, a BNCC deverá ser homologada pelo ministro da Educação e publicada no Diário Oficial da União para começar a valer.

O documento aprovado hoje não estabelece as diretrizes para os currículos das escolas de ensino médio. A base curricular para o ensino médio deverá ser enviada pelo Ministério da Educação ao Conselho Nacional de Educação (CNE) no início do ano que vem.

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil

São Pedro do Ivaí – Governo municipal entrega certificados à alunos de informática do projeto “Cemic +”

O Governo Municipal de São Pedro do Ivaí, através da Secretaria de Assistência Social, realizou a entrega na quinta-feira (14/12) de certificados aos alunos de informática do projeto “Cemic +”, marcando o encerramento das atividades do projeto neste ano.

Em 2017, além do curso de informática, o projeto ofereceu ainda oficinas de culinária, artesanato, corte e costura, laboratório criativo e minicursos de manicure e pedicure. As atividades são voltadas às pessoas cadastradas em programas sociais do governo federal ou de transferência de renda e programas municipais.

“O projeto “Cemic +” é muito importante na formação profissional de nossos jovens e até de donas de casa. Com as atividades realizadas no projeto e o conhecimento adquirido, essas pessoas podem aumentar os ganhos e ajudar suas famílias. Parabenizo a equipe da Secretaria de Assistência Social pelo excelente trabalho feito neste ano”, comentou o prefeito José Donizete Isalberti.

O “Cemic +” atende aproximadamente 130 alunos. Após receberem os diplomas, os alunos confraternizaram com professores e amigos num delicioso café da tarde, oferecido pela administração municipal e preparado com muito carinho pelas alunas de culinária do projeto.

Já as alunas de artesanato, com apoio da Secretaria de Assistência Social, fizeram a doação de 69 panos de pratos para a Santa Casa de Misericórdia Maria Santíssima.

Da Assessoria

Artagão Júnior – Município de Palmital vai adquirir duas retroescavadeiras

O Governo do Estado autorizou o início do processo licitatório de duas retroescavadeiras para o município de Palmital. O prefeito Ney de Souza recebeu o documento do secretário da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, nesta terça-feira (12), e falou sobre a importância destes maquinários.

“Temos o programa municipal chamado Porteira Adentro que visa readequar as estradas rurais. As retros vão auxiliar no trabalho de cascalhamento nas chegadas das propriedades rurais, mangueiras, bacias leiteiras, valas de silagem e limpeza de bebedouros”, explicou o prefeito.

O valor do convênio é de R$ 440 mil, sendo R$ 20 mil de contrapartida da prefeitura.

Artagão Júnior – Sanepar deve iniciar obras na rede de esgoto de Bom Sucesso a partir do ano que vem

De acordo com o diretor administrativo da Sanepar, Luciano Machado, a construção da rede de esgoto de Bom Sucesso deve começar em 2018. O representante da companhia paranaense de saneamento esteve em reunião, nesta terça-feira (12), com o prefeito Raimundo Severiano de Almeida Junior e o secretário e deputado Artagão Júnior, que pediu agilidade no início das obras.

Segundo o prefeito, o município só tem fossa séptica. “O contrato com a Sanepar é de 2013 e tem o prazo de 30 anos. Até 2022 teremos que ter 40% da cidade com rede de esgoto. Então estamos atrasados”, comentou Raimundinho.

“Mas agora estamos trabalhando para acelerar o máximo possível estas obras. E, felizmente, tivemos a garantia do início já para o ano que vem”, comemorou o prefeito.