Rio Bom – promove dia contra o Abuso Sexual

Nesta sexta-feira (18), Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual, o Conselho Tutelar de Rio Bom, em parceria com a Secretaria Municipal da Assistência Social, realizou um evento envolvendo a sociedade civil e outras entidades municipais. A ação convoca a população para assumir a responsabilidade de prevenir e enfrentar o problema da violência sexual praticada contra crianças e adolescentes no Brasil.

Na ocasião, houve palestras com religiosos e um teatro que ajudaram a compreender a importância de ficar atento aos sinais de medo de crianças e adolescentes. “Infelizmente, os noticiários nos mostram, diariamente, que a violência sexual está presente nos lares, nas igrejas, nas ruas, etc. Devemos deixar de sermos omissos e denunciarmos os fatos, para que esse “câncer” não continue se espalhando”, disse o Pe. Antônio Lopes, pároco no município.

Para o seminarista do Instituto Bíblico Maranata de Marilândia do Sul, Diego Lazarini, “toda ação de abuso está relacionada ao intenso consumo de conteúdos pornográficos. A ciência classifica a pornografia como a “droga do século”, pois a compara com a cocaína e a maconha, já oferecem os efeitos de prazer e dependência”.

Representando o prefeito Ene Benedito Gonçalves (PDT), o diretor de planejamento Evaristo Eduardo enfatizou o extremo cuidado que os pais devem ter com os seus filhos. “O mundo globalizado exige muito de nós, do nosso tempo, mas é preciso que os pais se dediquem mais aos seus filhos, a fim de garantir a eles o direito de viver a infância como ela deve ser”, argumenta.

Ao final do evento, foi distribuído um folder contendo informações de como prevenir as crianças e os adolescentes de abusadores. Mais de 50 pessoas participaram do evento.

18 DE MAIO – A data foi escolhida como dia de mobilização contra a violência sexual porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. A proposta do “18 DE MAIO” é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. É preciso garantir a toda criança e adolescente o direito ao desenvolvimento de sua sexualidade de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual.

Da Assessoria

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