Governo incentiva criação de conselhos dos Direitos da Mulher

Secretaria da Família incentiva a criação de conselhos dos Direitos da Mulher - Foto: Aliocha Maurício/SEDS

A assistência prestada pela Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social já resultou no aumento de oito para 86 o número de Conselhos Municipais dos Direitos da Mulher, em apenas um ano. Para alcançar os 399 municípios paranaenses, a Secretaria publicou, na internet, um guia para implantação de organismos de proteção ao público feminino, acessível a todos.

O Guia de Criação para Conselhos Municipais dos Direitos da Mulher está disponível no site da Secretaria da Família, na seção Material de Divulgação, em Direitos da Mulher. Com linguagem informal, que simula uma conversa por aplicativo de troca de mensagens, a publicação explica passo a passo a importância desse instrumento de proteção e como constituí-lo no município.

AMPLIAÇÃO – Ana Cláudia Machado, coordenadora estadual da Política da Mulher e presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, ainda ressaltou o aumento no número de organismos municipais, como secretarias ou diretorias específicas.  “Saímos de 15 para 24 municípios que criaram órgão para cuidar dos direitos da mulher. Agora, com o novo material disponível, acreditamos que mais prefeituras devam aderir a este sistema de proteção”, afirmou.

A Coordenação Estadual da Política da Mulher promove capacitações para especializar o serviço prestado nos municípios e prestar assistência para orientar as prefeituras na condução dessa política. A estrutura administrativa é imprescindível para que a prefeitura tenha gestão especializada e possa usufruir de recursos disponíveis para políticas para mulheres.

PARTICIPAÇÃO – “O conselho municipal proporciona a participação popular na definição de políticas e atividades que atendam às necessidades daquela comunidade. É o fórum em que são discutidas as ações e estabelecidas prioridades”, explicou Ana Cláudia. “O organismo municipal, qual seja o porte, promove a gestão especializada e consequentemente melhora o atendimento”.

Para Ana Cláudia, investir na proteção dos direitos da mulher melhora a economia do município e emancipa famílias, que ficam independentes da ajuda direta do Estado. “A mulher tem assumido a responsabilidade pela casa, principalmente das famílias em situação de vulnerabilidade. Com políticas que incentive o empreendedorismo feminino, por exemplo, pode-se qualificar essa mulher e dar-lhe independência financeira”, disse Ana Cláudia.

Fonte AEN

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